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    <title>Centro de Formação Interprofissional em Saúde-UFG</title>
    <description>Centro de Formação Interprofissional em Saúde - UFG</description>
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      <title>Professora da FANUT/UFG desenvolve estudo sobre Planejamento Estratégico do CeFIS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card TCC Nara" title="Card TCC Nara" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_TCC_Nara.png?1781796302" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;TCC de especialização em Gestão Pública contribui para o fortalecimento da formação interprofissional em saúde&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_TCC_Nara.png" alt="Card TCC Nara" width="644" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Foto: Defesa do TCC&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Goiás (FANUT/UFG), Nara Aline Costa, concluiu seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da &lt;a href="https://goias.ufg.br/p/52653-especializacao-em-gestao-publica"&gt;Especialização em Gestão Pública da UFG&lt;/a&gt; com um estudo voltado ao fortalecimento da gestão universitária e da formação em saúde. Intitulada “Planejamento Estratégico em uma Instituição Pública de Ensino: análise do primeiro ano de implementação em um câmpus do interior”, a pesquisa teve como foco a avaliação do primeiro ano de execução do Planejamento Estratégico do Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS/UFG), no Campus Firminópolis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho analisou a implementação das ações previstas para o período de 2025 a 2028 e o desempenho dos indicadores estratégicos definidos para o primeiro ano de vigência do plano. A pesquisa demonstrou que o Planejamento Estratégico do CeFIS foi estruturado em consonância com as diretrizes institucionais da UFG e com referenciais teóricos da gestão pública, contemplando etapas fundamentais como análise ambiental, definição da identidade institucional, elaboração de objetivos e metas, gestão de riscos e monitoramento das ações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a professora Nara, a escolha do tema surgiu a partir de sua trajetória profissional e do interesse em aprofundar conhecimentos na área da gestão pública. Seu primeiro contato com o planejamento estratégico ocorreu durante o período em que atuou como coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Saúde (PPGNUT). A experiência despertou o desejo de compreender melhor os processos de planejamento e gestão institucional, motivando sua participação na especialização. “Foi uma experiência muito boa. Agregou não só profissionalmente, mas também pessoalmente. Durante o curso, o planejamento estratégico apareceu novamente como um tema que me chamou muita atenção. Quando chegou o momento de definir o TCC, eu queria desenvolver algo que tivesse aplicação prática e que pudesse gerar retorno para a Universidade, já que fui contemplada com uma bolsa destinada aos servidores da UFG”, relata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A definição do objeto de estudo contou com o apoio da Secretaria de Planejamento, Avaliação e Informações Institucionais (SECPLAN/UFG). A partir de uma análise das demandas institucionais, foi sugerido que a pesquisa abordasse o Planejamento Estratégico do Campus Firminópolis, unidade reconhecida por sua relevância para a interiorização da universidade e para a formação em saúde no estado de Goiás. “Fiquei muito entusiasmada com essa possibilidade porque reunia aspectos que considero fundamentais: a atuação próxima da comunidade, a interiorização da universidade, a área da saúde e uma experiência de gestão muito interessante”, destaca a professora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o desenvolvimento da pesquisa, Nara realizou reuniões técnicas e diálogos com integrantes da equipe do Centro, o que possibilitou uma compreensão mais aprofundada sobre a realidade e o funcionamento do Campus Firminópolis. A professora destaca que o contato com as atividades desenvolvidas pela unidade ampliou sua visão sobre o impacto social da formação interprofissional em saúde e sobre a articulação construída entre universidade, serviços de saúde e municípios parceiros. “Foi uma oportunidade que me enriqueceu muito. Conhecer melhor a realidade do Campus, a estrutura, o trabalho realizado por uma equipe pequena, mas extremamente comprometida, e o impacto das ações junto à Atenção Primária à Saúde e às prefeituras foi algo muito significativo para mim. Profissionalmente, foi uma forma de colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo da especialização”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados do estudo apontam avanços iniciais na implementação do Planejamento Estratégico do CeFIS, especialmente na estruturação das ações e no alinhamento institucional. Ao mesmo tempo, a pesquisa identificou oportunidades de aprimoramento relacionadas ao monitoramento dos indicadores, à definição de responsabilidades e ao fortalecimento dos mecanismos de acompanhamento das metas. Entre os indicadores efetivamente executados em 2025, a maioria alcançou ou superou os resultados previstos, demonstrando o potencial do planejamento estratégico como ferramenta para o fortalecimento da gestão e da formação em saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/TCC_NARA_ENTREGA_FINAL.pdf"&gt;Acesse aqui o trabalho o completo.&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:25:00 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201986-professora-da-fanut-ufg-desenvolve-estudo-sobre-planejamento-estrategico-do-cefis</link>
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      <title>Da academia ao SUS: parceria entre CeFIS/UFG e programa SobreVidas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Cancer de Boca" title="Card Cancer de Boca" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Cancer_de_Boca.png?1781730369" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Revolucionando o rastreamento do câncer de boca em Goiás&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-path-to-node="1"&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-60" data-path-to-node="1"&gt;A articulação entre a pesquisa científica de ponta e o atendimento direto à população em Goiás. O Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS) do Campus Firminópolis da Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio de seus estagiários, une forças ao Programa de Matriciamento e Rastreamento do Câncer de Boca em Goiás. Conhecido popularmente como "SobreVidas Câncer de Boca", o projeto é liderado pelo &lt;a href="https://odonto.ufg.br/p/30748-centro-goiano-de-doencas-da-boca-cgdb"&gt;Centro Goiano de Doenças da Boca (CGDB)&lt;/a&gt; da Faculdade de Odontologia (FO/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-61" data-path-to-node="2"&gt;Essa união estratégica interioriza o conhecimento acadêmico, transformando a realidade da atenção primária e integrando o trabalho das equipes de saúde com tecnologia avançada para salvar vidas por meio do diagnóstico precoce.&lt;/p&gt;
&lt;p data-path-to-node="2"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/PHOTO-2023-05-26-15-13-39.jpg" alt="Ação cancer de boca 3" width="674" height="379" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="3"&gt;A Linha do Tempo: 15 Anos de Construção&lt;/h3&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-62" data-path-to-node="4"&gt;O amadurecimento do programa reflete uma trajetória robusta de pesquisa, extensão e articulação institucional:&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="5"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-63" data-path-to-node="5,0,0"&gt;2010: Indução – O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), por iniciativa do procurador Marcelo Celestino, motiva uma reunião multi-institucional. É realizada uma análise SWOT e a UFG/CGDB-FO lidera a formulação de um documento de 25 páginas.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-64" data-path-to-node="5,1,0"&gt;2011–2012: Primeira Versão do Programa – Apresentação da proposta estruturada ao MP-GO, à Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMSGO) e à Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SESGO).&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-65" data-path-to-node="5,2,0"&gt;2013–2015: Projetos Pilotos – Realização de testes práticos em dois distritos sanitários de Goiânia: Leste Universitário e Noroeste. Os pilotos revelaram lacunas importantes que ajudaram a redesenhar as estratégias.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-66" data-path-to-node="5,3,0"&gt;2018–2022: Reformulação Total – O foco migra da população geral para grupos de risco específicos. A capacitação é ampliada para todos os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) — e não apenas dentistas. Inicia-se também o desenvolvimento da plataforma tecnológica SobreVidas.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-67" data-path-to-node="5,4,0"&gt;2023: Financiamento – Submissão e aprovação em Edital do CNPq, garantindo um aporte decisivo de R$ 1,2 milhão para estruturar o desenvolvimento tecnológico.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-68" data-path-to-node="5,5,0"&gt;2024: Articulação e Internacionalização – Negociações avançadas com a SES-GO para pactuação estadual e consolidação de parcerias internacionais com pesquisadores da International Agency for Research on Cancer (IARC) e de universidades do Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-69" data-path-to-node="5,6,0"&gt;2025: Implementação Regional – O programa entra em operação na Região de Saúde Oeste II, abrangendo 13 municípios e cerca de 117 mil habitantes, com resultados que superaram as projeções iniciais.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-70" data-path-to-node="5,7,0"&gt;2026 (14 de abril): Pactuação Histórica – Em reunião na Câmara de Intergestores Bipartite (CIB), o programa é formalizado para expansão a todos os 256 municípios goianos.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="6"&gt;O Papel do CeFIS e as Ações em Parceria no Interior&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/thumbnail_PHOTO-2023-05-26-15-14-04_%281%29.jpg" alt="Ação cancer de boca 1" width="603" height="452" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Ação em 2023&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-71" data-path-to-node="7"&gt;A interiorização do projeto ganha força por meio de braços de formação prática como o CeFIS. Em 2023, uma &lt;a href="/n/170371-acoes-sobre-prevencao-do-cancer-de-boca-e-higiene-de-proteses-mobiliza-academicos-de-odontologia-no-municipio-de-sao-luis-de-montes-belos"&gt;ação articulada no município de São Luís de Montes Belos&lt;/a&gt; incluiu na agenda um ciclo de ações de educação em saúde integradas ao Programa Saúde Compartilhada.&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-72" data-path-to-node="8"&gt;A coordenação de saúde bucal do município solicitou que os acadêmicos de odontologia, estagiários do Estágio Comunitário Interprofissional da UFG (vinculados ao CeFIS), conduzissem as atividades. Ao todo, 10 acadêmicos se dividiram e atuaram em 9 Unidades Básicas de Saúde (UBS) diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-99" data-path-to-node="9"&gt;Os estudantes realizaram palestras educativas abordando os fatores de risco do câncer bucal, a importância crucial do autoexame, demonstração de exemplos de lesões e orientações fundamentais sobre a correta higienização e manutenção de próteses dentárias móveis. Essas ações comunitárias visam estimular o autoexame na população e direcionar de forma ativa os casos suspeitos com lesões na cavidade oral para o monitoramento adequado dentro do fluxo do SUS.&lt;/p&gt;
&lt;p data-path-to-node="9"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/thumbnail_PHOTO-2023-05-26-15-14-04.jpg" alt="Ação cancer de boca 2" width="602" height="451" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="10"&gt;Tecnologia e os Dois Pilares do "SobreVidas"&lt;/h3&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-73" data-path-to-node="11"&gt;O sucesso do programa é sustentado por dois eixos metodológicos:&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-74" data-path-to-node="12,0,0"&gt;Primeiro, capacitação Ampliada da APS: Rompendo com o modelo tradicional restrito ao cirurgião-dentista, o programa treina toda a equipe das UBSs (médicos, enfermeiros, técnicos, recepcionistas e, em especial, os Agentes Comunitários de Saúde) para identificar, cadastrar e monitorar a população de risco.&lt;/p&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-75" data-path-to-node="12,1,0"&gt;Segundo, Plataforma SobreVidas com Inteligência Artificial: Desenvolvida por uma equipe multidisciplinar de mais de 40 pessoas (incluindo o Instituto de Informática da UFG), a plataforma integra-se ao eSUS-APS. Conta com mapas de prioridade de visitas para os ACS, agendamento automatizado via WhatsApp, confirmação em linguagem natural e um assistente de IA para tirar dúvidas dos profissionais em tempo real.&lt;/p&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="13"&gt;A População-Alvo (Grupo de Risco)&lt;/h3&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-76" data-path-to-node="14"&gt;As ações de rastreamento focam ativamente em indivíduos com maior vulnerabilidade epidemiológica:&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="15"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="15,0,0"&gt;Homens com 50 anos ou mais;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="15,1,0"&gt;Qualquer pessoa que fume ou possua histórico de tabagismo;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="15,2,0"&gt;Pessoas com histórico de uso abusivo de álcool;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-77" data-path-to-node="15,3,0"&gt;Indivíduos que apresentem qualquer tipo de lesão na boca sem cicatrização há mais de 15 dias.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="16"&gt;Dados Epidemiológicos Impactantes (Regional Oeste II)&lt;/h3&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-78" data-path-to-node="17"&gt;Em apenas 5 meses de operação na regional de saúde Oeste II — que serviu de piloto territorial antes da expansão estadual —, os números demonstraram a eficiência imediata da linha de cuidado:&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="18"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-79" data-path-to-node="18,0,0"&gt;939 indivíduos do grupo de risco foram rastreados.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-80" data-path-to-node="18,1,0"&gt;69 pacientes foram encaminhados apresentando lesões suspeitas.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-81" data-path-to-node="18,2,0"&gt;18 biópsias foram efetivamente realizadas no Centro de Especialidades Odontológicas de São Luís de Montes Belos, com análise anatomopatológica processada no CGDB/FO-UFG.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-82" data-path-to-node="18,3,0"&gt;44% das biópsias diagnosticaram lesões malignas (3 casos de câncer) ou potencialmente malignas (5 casos). (Nota: Em termos epidemiológicos, esse volume de diagnósticos assertivos era esperado para o período de um ano inteiro, mas foi alcançado em menos da metade do tempo).&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p data-path-to-node="19"&gt;Total de 566 Profissionais Capacitados no período (por categoria):&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="20"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-83" data-path-to-node="20,0,0"&gt;Agentes Comunitários de Saúde (ACS): 256&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-84" data-path-to-node="20,1,0"&gt;Cirurgiões-Dentistas: 65&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-85" data-path-to-node="20,2,0"&gt;Técnicos e Auxiliares de Enfermagem: 53&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-86" data-path-to-node="20,3,0"&gt;Técnicos e Auxiliares de Saúde Bucal: 52&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-87" data-path-to-node="20,4,0"&gt;Enfermeiros: 47&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-88" data-path-to-node="20,5,0"&gt;Médicos: 40&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-89" data-path-to-node="20,6,0"&gt;Recepcionistas: 22&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-90" data-path-to-node="20,7,0"&gt;Equipe Multiprofissional EMAD (fonoaudiólogos, fisioterapeutas, nutricionistas): 18&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 data-path-to-node="21"&gt;Produção Técnico-Científica Acumulada (2023–2026)&lt;/h3&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-91" data-path-to-node="22"&gt;Além dos reflexos diretos na saúde da população, o programa gerou um vasto patrimônio científico e educacional:&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="23"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-92" data-path-to-node="23,0,0"&gt;2 E-books de capacitação publicados: um voltado para ACS e outro com o protocolo clínico para profissionais de saúde da APS.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-93" data-path-to-node="23,1,0"&gt;1 Relato de Experiência publicado em revistas de Saúde Pública (FIOCRUZ).&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-94" data-path-to-node="23,2,0"&gt;3 Artigos científicos em andamento avaliando os resultados do programa.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-95" data-path-to-node="23,3,0"&gt;5 Publicações em eventos científicos nacionais e internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-96" data-path-to-node="23,4,0"&gt;3 Dissertações de mestrado e 2 teses de doutorado em andamento.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-97" data-path-to-node="23,5,0"&gt;Mais de 30 estudantes em Iniciação Científica (Engenharia, Informática, Odontologia e Saúde), além de colaboração em doutorado sanduíche com a University of Lincoln, no Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p id="p-rc_fe68d46ae2ed3f8e-98" data-path-to-node="24"&gt;A expansão aprovada para todo o estado de Goiás consolida o projeto "SobreVidas" como uma referência nacional de política pública interprofissional, unindo a força extensionista do CeFIS/UFG à inovação tecnológica desenvolvida dentro da Universidade.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:47:30 -0300</pubDate>
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      <title>CeFIS disponibiliza nova edição do Manual do Estágio Comunitário Interprofissional</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Manual ECI" title="Card Manual ECI" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Manual_ECI.png?1781116655" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Documento reforça a integração entre universidade, serviços de saúde e comunidade nos municípios parceiros da UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Manual_ECI.png" alt="Card Manual ECI" width="560" height="336" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="isSelectedEnd"&gt;&lt;span&gt;O&lt;/span&gt; Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS) da Universidade Federal de Goiás (UFG), Campus Firminópolis, convida a comunidade universitária a conhecer a nova versão do Manual do Estágio Comunitário Interprofissional (ECI), atualizada em maio de 2026. O documento reúne orientações, normas, atribuições e diretrizes que norteiam o desenvolvimento do estágio realizado por estudantes dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estágio Comunitário Interprofissional é uma das principais estratégias de formação prática da UFG no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). Desenvolvido no CeFIS, o estágio promove a integração entre diferentes áreas da saúde por meio da Educação Interprofissional (EIP) e da prática colaborativa, fortalecendo competências essenciais para o cuidado integral centrado nos usuários, famílias e comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o período de estágio, os estudantes atuam em unidades de saúde, equipamentos sociais e outros cenários de prática nos municípios de Firminópolis e São Luís de Montes Belos. Além das atividades assistenciais, os acadêmicos participam de ações de gestão, vigilância em saúde, educação em saúde, controle social do SUS e desenvolvimento de intervenções interprofissionais voltadas à resolução de situações-problema identificadas nos territórios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O manual apresenta informações detalhadas sobre os objetivos do estágio, documentação obrigatória, critérios de avaliação, atribuições de estudantes, docentes e preceptores, normas de convivência no alojamento do CeFIS, além dos fluxos institucionais para a divulgação de atividades e produção de conteúdos relacionados ao estágio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A publicação também reforça o papel do CeFIS como espaço de integração ensino-serviço-comunidade, consolidando a parceria entre a Universidade Federal de Goiás e os municípios conveniados para a formação de profissionais comprometidos com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e com o trabalho colaborativo em equipes multiprofissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atualização do documento busca garantir maior clareza sobre os processos acadêmicos e administrativos do estágio, contribuindo para a qualificação das experiências formativas e para o fortalecimento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde e educação da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Manual do Estágio Comunitário Interprofissional está disponível para consulta por estudantes, docentes, preceptores e demais interessados, constituindo-se como uma importante ferramenta de orientação e apoio às atividades desenvolvidas no âmbito do CeFIS. Compartilhe!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/p/33115-documentos"&gt;Acesse aqui o Manual e seus anexos.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:39:10 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201737-cefis-disponibiliza-nova-edicao-do-manual-do-estagio-comunitario-interprofissional</link>
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    </item>
    <item>
      <title>CeFIS recebe segunda ação de promoção à saúde do servidor realizada pela DASS/UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Segunda Visita DASS" title="Card Segunda Visita DASS" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Segunda_Visita_DASS.png?1780426103" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Oficina abordou saúde vocal, ergonomia e práticas preventivas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Segunda_Visita_DASS.png" alt="Card Segunda Visita DASS" width="778" height="467" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Segunda_Visita_DASS_%284%29.jpeg" alt="Segunda Visita DASS (4)" width="601" height="801" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS/UFG), em Firminópolis, recebeu no dia 27 de maio a segunda ação de promoção à saúde promovida pela Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DASS/UFG). Após a realização de uma atividade voltada à saúde mental, servidores e colaboradores participaram da oficina “Saúde Vocal e Boas Práticas Ergonômicas”, que reuniu orientações práticas e momentos de troca de experiências sobre cuidados essenciais para a saúde no ambiente de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade foi conduzida pela fonoaudióloga Bruna Sousa Moura e pelos fisioterapeutas Hugo Serrano de Souza e Eliete Naves de Oliveira, profissionais vinculados à DASS. Durante a oficina, foram abordados temas relacionados à promoção da saúde vocal, prevenção de agravos decorrentes do uso inadequado da voz, ergonomia física e prevenção de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Segunda_Visita_DASS_%282%29.jpeg" alt="Segunda Visita DASS (2)" width="682" height="909" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao tratar da saúde vocal, Bruna Sousa Moura destacou a importância da adoção de hábitos preventivos para a preservação da voz, especialmente entre profissionais que utilizam a comunicação como ferramenta de trabalho. Além das orientações técnicas, a atividade proporcionou um espaço de diálogo e compartilhamento de experiências entre os participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fonoaudióloga avaliou positivamente a ação realizada no CeFIS e ressaltou a receptividade da equipe local. “Foi uma experiência muito enriquecedora. Conseguimos construir uma tarde muito produtiva, marcada por muito conhecimento e muita conversa. Fomos muito bem recebidos por toda a equipe, e o cuidado e acolhimento que tivemos durante a visita fizeram toda a diferença”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bruna também destacou a oportunidade de conhecer de perto a estrutura do campus e o trabalho desenvolvido pelo CeFIS em Firminópolis. Segundo ela, iniciativas como essa fortalecem a integração entre os diferentes espaços da Universidade e ampliam o alcance das ações de promoção à saúde. “Acredito que este seja apenas o primeiro passo de uma parceria que ainda renderá muitos frutos. É fundamental levar ações de promoção à saúde para todos os espaços da UFG, buscando alcançar servidores, colaboradores terceirizados e estudantes, para que toda a comunidade acadêmica possa se tornar multiplicadora desse conhecimento”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na área da ergonomia, Hugo Serrano de Souza e Eliete Naves de Oliveira compartilharam orientações sobre postura, organização dos espaços de trabalho e práticas que contribuem para a redução de riscos ocupacionais. Além da palestra, foram realizadas avaliações ergonômicas com foco na identificação de fatores que podem impactar a saúde dos trabalhadores e na proposição de medidas preventivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a fisioterapeuta Eliete Naves de Oliveira, a experiência foi marcada pela receptividade da equipe do CeFIS e pelo envolvimento dos participantes. “Ir até Firminópolis para realizar a ação de boas práticas ergonômicas foi uma experiência muito enriquecedora. A equipe do CeFIS nos recebeu com muito carinho e atenção. Foi muito gratificante poder fazer as orientações e ver como os trabalhadores se identificaram com o que apresentamos. Sem dúvida, foi uma experiência marcante, tanto do ponto de vista profissional quanto pessoal”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eliete também agradeceu à equipe do CeFIS pelo convite e reforçou a disposição da DASS em contribuir com novas iniciativas. “Quero agradecer novamente à equipe do CeFIS que nos convidou para realizar essa ação e colocar nossa equipe à disposição para futuras atividades”, completou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A oficina proporcionou uma tarde de aprendizado, troca de conhecimentos e compartilhamento de experiências, fortalecendo o compromisso institucional com a promoção da saúde, a prevenção de agravos e a melhoria da qualidade de vida dos servidores da UFG. A ação integra o conjunto de iniciativas da DASS voltadas à valorização das pessoas e à construção de ambientes de trabalho mais saudáveis em toda a Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Segunda_Visita_DASS_%283%29.jpeg" alt="Segunda Visita DASS (3)" width="501" height="668" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:52:23 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201528-cefis-recebe-segunda-acao-de-promocao-a-saude-do-servidor-realizada-pela-dass-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Visita do Campus Goiás fortalece articulação para ações de formação no CeFIS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Visita Campus Goiás" title="Card Visita Campus Goiás" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Visita_Campus_Goi%C3%A1s.png?1780424640" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Encontro discutiu a implantação de um polo do projeto Escola da Terra e reforçou a integração entre os campus para a Educação do Campo&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Visita_Campus_Goi%C3%A1s.png" alt="Card Visita Campus Goiás" width="792" height="475" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Visita_Campus_Goi%C3%A1s_%281%29.jpeg" alt="Visita Campus Goiás (1)" width="790" height="444" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Formação Interprofissional em Saúde da Universidade Federal de Goiás (CeFIS/UFG), em Firminópolis, recebeu, no dia 26 de maio, a visita da vice-diretora do Campus Goiás e docente do curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFG, professora Elisandra Carneiro de Freitas Cardoso. A agenda teve como objetivo fortalecer o diálogo institucional e discutir possibilidades de parceria entre os dois campus, com foco em ações voltadas à Educação do Campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visita contou com a participação da diretora do Campus Firminópolis, professora Bárbara Souza Rocha, além do vice-diretor do CeFIS, Mauro Molina, da coordenadora administrativa do CeFIS, Natália Marques, e do servidor do Campus Goiás, Lourentino Ferreira dos Santos. Durante o encontro, foram debatidas estratégias para ampliar a colaboração entre as unidades, especialmente no âmbito do projeto &lt;a href="https://www.instagram.com/alfaletrar_escolasdocampo_ufg?igsh=anJ6ZnFkbG9vNWEy"&gt;Escola da Terra: Letramento e Alfabetização das Escolas do Campo, das Águas e das Florestas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Projeto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integrante da Política Nacional de Educação do Campo (PRONACAMPO), o projeto tem como objetivo promover a formação continuada de professores e professoras que atuam em escolas do campo, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e para a valorização das especificidades dos territórios rurais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta em construção prevê a criação de um polo de desenvolvimento do projeto no Campus Firminópolis, ampliando o alcance das ações formativas na região e fortalecendo a articulação institucional em defesa da Educação do Campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O CeFIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a programação, a professora Elisandra conheceu a estrutura física do CeFIS, incluindo alojamentos, salas de atividades e o restaurante universitário. Os espaços poderão dar suporte às futuras ações do projeto, favorecendo a realização de atividades formativas e de integração com os municípios da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a diretora do Campus Firminópolis, professora Bárbara Rocha, a parceria está alinhada ao planejamento estratégico da unidade e reforça o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e a produção do conhecimento. “A Direção do Campus Firminópolis tem como objetivo, em seu planejamento estratégico, a articulação com projetos de pesquisa e extensão da UFG para fortalecer a produção do conhecimento na regional Oeste II. A parceria com o Campus Goiás e com o projeto de formação Escola da Terra faz parte da nossa missão e valores. Neste sentido, poder expandir nossas ações para a formação de professores da educação básica, por meio da integração e apoio ao projeto Escola da Terra, fortalece a interiorização da universidade, pilar fundamental do Campus Firminópolis”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aproximação reafirma o compromisso institucional da UFG com a formação de educadores, o fortalecimento das políticas públicas voltadas às populações do campo e a ampliação das ações de ensino, pesquisa e extensão em diferentes regiões do estado.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:26:22 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201525-visita-do-campus-goias-fortalece-articulacao-para-acoes-de-formacao-no-cefis</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Três módulos de capacitação fortalecem conhecimentos sobre Doenças Raras</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Módulos Doenças Raras" title="Card Módulos Doenças Raras" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras.png?1780334161" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Formação reuniu profissionais dos 13 municípios da regional de saúde Oeste II&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Keila Aparecida e Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo dos meses de março, abril e maio de 2026, o Centro de Formação Interprofissional em Saúde da Universidade Federal de Goiás (CeFIS/UFG) realizou a Capacitação em Doenças Raras, iniciativa voltada à qualificação dos profissionais da saúde que atuam nos municípios da regional de saúde Oeste II. A formação contou com três módulos presenciais e abordou diferentes aspectos relacionados ao acompanhamento, diagnóstico e tratamento de pessoas com doenças raras, sempre com foco no cuidado multiprofissional e na integração entre os serviços de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordenada pela professora Thaís Rocha Assis, do curso de Fisioterapia da UFG, a capacitação teve carga horária total de 21 horas e reuniu profissionais de diversas áreas, entre elas fisioterapia, enfermagem, medicina, nutrição, fonoaudiologia e psicologia. A proposta surgiu da necessidade de ampliar o acesso a conhecimentos especializados sobre doenças raras, fortalecendo a atuação dos profissionais que estão diretamente envolvidos no atendimento à população dos municípios da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Módulos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro módulo, realizado em 19 de março, reuniu mais de 100 participantes na Câmara Municipal de São Luís de Montes Belos, com palestras da professora Helena Rezende e do professor Felipe Macedo. Durante o encontro, foram discutidos temas como a epidemiologia das doenças raras, a fisiopatologia das doenças neuromusculares, o papel do cuidado compartilhado e aspectos relacionados às doenças raras da pele. No período da tarde, as atividades foram direcionadas aos fisioterapeutas, aprofundando conteúdos voltados à avaliação, diagnóstico e tratamento dessas condições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%283%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (3)" width="444" height="789" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%284%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (4)" width="443" height="788" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%282%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (2)" width="443" height="787" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o segundo módulo, realizado em 30 de abril, promoveu discussões sobre avaliação e diagnóstico fisioterapêutico e fonoaudiológico, além de abordar estratégias terapêuticas e a importância das condutas nutricionais associadas ao tratamento. O encontro contou com a participação dos professores e profissionais convidados Dhiogo da Cruz Pereira Bento e Ana Paula Oliveira Raimundo, proporcionando momentos de troca entre os participantes e aproximação entre diferentes áreas de atuação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%288%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (8)" width="437" height="777" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%287%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (7)" width="437" height="777" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encerramento da capacitação ocorreu em 28 de maio, com atividades voltadas às disfunções neurológicas e osteomioarticulares presentes em doenças neuromusculares e à atuação da nutrição no cuidado às pessoas com doenças raras. Entre os palestrantes estiveram os professores Onésia Cristina de Oliveira Lima, Thiago Mendes Tavares e Nara Aline Costa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante sua palestra, a professora Nara Costa destacou a importância de compreender a nutrição para além das prescrições alimentares, considerando as particularidades de cada indivíduo, sua história de vida, contexto familiar e necessidades específicas. A docente também ressaltou que o cuidado nutricional deve ocorrer de forma integrada às demais áreas, fortalecendo o trabalho multiprofissional e contribuindo para melhores resultados no acompanhamento dos pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%281%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (1)" width="433" height="577" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras_%286%29.jpeg" alt="Módulos Doenças Raras (6)" width="435" height="580" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Multiprofissionalidade &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A abordagem multiprofissional foi um dos principais diferenciais da capacitação. Ao longo dos três módulos, os participantes puderam compreender como diferentes áreas do conhecimento contribuem para o cuidado das pessoas com doenças raras, favorecendo uma atuação mais articulada entre os profissionais dos serviços de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além dos trabalhadores da rede pública, estudantes que participavam do Estágio Comunitário Interprofissional acompanharam as atividades. A experiência permitiu contato com temas pouco explorados durante a graduação e ampliou a compreensão sobre o papel das diferentes profissões na construção do cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos relatos compartilhados durante a capacitação, os estudantes destacaram a oportunidade de conhecer perspectivas de outras áreas de formação e compreender melhor a importância do trabalho colaborativo. Eles também ressaltaram que o segundo módulo possibilitou o aprofundamento de conhecimentos sobre doenças neuromusculares, suporte ventilatório, alterações da deglutição e encaminhamento adequado dos pacientes para acompanhamento multiprofissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a nutricionista Fernanda de Araújo Domingues Soares, participante dos três módulos, a capacitação conseguiu aproximar ciência e prática profissional de forma acessível e aplicada à realidade dos municípios. Segundo ela, a iniciativa trouxe conteúdos relevantes para todas as áreas envolvidas e evidenciou a importância do diálogo entre os profissionais na construção de um cuidado mais qualificado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O curso como um todo, realizado pela UFG, em relação ao acompanhamento e tratamento de pessoas com doenças raras, foi extremamente proveitoso e trouxe informações muito relevantes. A universidade consegue trazer para nós, profissionais que estão na ponta dos serviços, uma visão científica que, muitas vezes, não conseguimos acessar com facilidade e, ao mesmo tempo, atrelada à prática. Todas as atividades, palestrantes e facilitadores promoveram apresentações muito dinâmicas, com demonstrações e liberdade para participação e perguntas. O curso como um todo foi uma troca de experiências muito rica e relevante", afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A percepção sobre a relevância da capacitação também foi compartilhada pelos docentes envolvidos na formação. A professora Onésia Cristina de Oliveira Lima, uma das palestrantes do terceiro módulo, destacou o impacto da iniciativa para a qualificação dos profissionais e para a assistência oferecida à população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Gostaria de registrar aqui os meus agradecimentos pela oportunidade de contribuir com a Capacitação em Doenças Raras. Parabéns a toda a equipe local e a toda a equipe da UFG envolvida na idealização, organização e realização desse evento, que abordou temas de altíssima relevância no contexto das doenças raras e contribuiu para uma atualização profissional pautada em alto rigor científico. Ela cumpre, sim, o propósito de impactar diretamente a qualidade da assistência ofertada aos pacientes e ao contexto familiar das pessoas que vivem com doenças raras.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a docente, iniciativas como essa fortalecem a educação permanente dos profissionais e ampliam a capacidade dos serviços para oferecer um cuidado mais qualificado e integrado às pessoas que convivem com essas condições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A realização da capacitação reforça um dos compromissos centrais do CeFIS/UFG: promover a integração entre universidade, serviços e comunidade. Por meio das ações de educação permanente, o Centro contribui para a qualificação dos profissionais da regional Oeste II e fortalece a rede de atenção à população, ampliando o acesso a conhecimentos especializados e incentivando práticas colaborativas no cuidado às pessoas com doenças raras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_M%C3%B3dulos_Doen%C3%A7as_Raras.png" alt="Card Módulos Doenças Raras" width="596" height="358" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:24:58 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201473-tres-modulos-de-capacitacao-fortalecem-conhecimentos-sobre-doencas-raras</link>
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    </item>
    <item>
      <title>De CRUTAC a CeFIS: a trajetória da UFG em Firminópolis ao longo de mais de cinco decádas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" Card História" title=" Card História" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Hist%C3%B3ria_1.png?1779911341" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;História do Centro acompanha transformações na formação acadêmica e na atuação da UFG no interior goiano&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;em&gt;Texto: Keila Pereira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;em&gt;Fotos: Atividades no território&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Hist%C3%B3ria_1.png" alt=" Card História" width="540" height="324" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A história da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Firminópolis começou ainda na década de 1970, durante o processo de expansão e interiorização das atividades universitárias no estado de Goiás. Desde então, o espaço tornou-se referência na formação acadêmica e na integração entre universidade, serviços públicos e comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As primeiras ações da UFG em Firminópolis estiveram relacionadas a pesquisas desenvolvidas sobre o barbeiro e a Doença de Chagas, demandas importantes para a realidade da região naquele período. Inicialmente, as atividades funcionaram em uma sede provisória até que, posteriormente, com a doação de um terreno e a construção de um espaço próprio, o então campus passou a funcionar no local onde permanece instalado atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As atividades no município tiveram início em 1971 e, alguns anos depois, em 1978, foi criado o Centro Rural Universitário de Treinamento e Ação Comunitária (CRUTAC). A proposta buscava aproximar os estudantes das realidades encontradas no interior do estado, promovendo experiências práticas voltadas principalmente à atuação nos municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inicialmente, estudantes do curso de Medicina realizaram estágios em regime de internato em Firminópolis. Com o passar dos anos, outros cursos passaram a integrar as atividades desenvolvidas no local, fortalecendo a atuação multiprofissional e ampliando a presença da universidade nos municípios parceiros. Ao longo dessa trajetória, cursos como Biomedicina e Farmácia também participaram das atividades do estágio em Firminópolis. Já os cursos de Medicina, Enfermagem, Odontologia e Nutrição consolidaram uma presença histórica no Centro e, mais recentemente, em 2026, o curso de Fisioterapia passou a integrar oficialmente as atividades do estágio comunitário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1980, o CRUTAC passou a ser denominado Câmpus Avançado de Firminópolis. Ao longo das décadas, o espaço acompanhou importantes transformações nas políticas públicas e nos modelos de formação universitária, incorporando práticas voltadas à integração entre ensino, serviço e comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Programas federais como o Pró-Saúde e o PET-Saúde também contribuíram para fortalecer a proposta desenvolvida no Centro, incentivando práticas colaborativas entre estudantes, profissionais e serviços públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra mudança importante aconteceu em 2019, quando o antigo estágio rural passou a ser denominado Estágio Comunitário Interprofissional. A mudança foi resultado de um processo de construção pedagógica realizado por professores, coordenação e equipe envolvida nas atividades do Centro, que passaram a discutir formas de fortalecer a integração entre os cursos e consolidar práticas colaborativas durante o estágio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reformulação também envolveu a construção do Manual do Estágio Comunitário Interprofissional, além da elaboração de avaliações integradas, definição de dinâmicas voltadas à integração ensino-serviço-comunidade e criação de um plano de ensino comum para os cursos participantes. O processo buscou fortalecer o alinhamento pedagógico entre as áreas e consolidar uma proposta formativa mais integrada e conectada à realidade dos municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em setembro de 2025, o Conselho Universitário da UFG aprovou oficialmente a criação do Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS), consolidando uma trajetória construída ao longo de mais de 50 anos de atuação em Firminópolis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, o CeFIS recebe estudantes de diferentes cursos e mantém atividades voltadas à Atenção Primária à Saúde (APS), à integração ensino-serviço-comunidade e à formação de profissionais comprometidos com os princípios do SUS e com as necessidades da população.&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cards_Hist%C3%B3ria_2.png" alt=" Card História" width="540" height="324" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 17:00:46 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201339-de-crutac-a-cefis-a-trajetoria-da-ufg-em-firminopolis-ao-longo-de-mais-de-cinco-decadas</link>
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    <item>
      <title>Educação Interprofissional e trabalho colaborativo: experiências que transformam a formação acadêmica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Estudantes em atividade" title="Estudantes em atividade" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cards_Estudantes_em_atividade_1.png?1779824676" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Vivência no CeFIS/UFG aproxima estudantes da realidade dos municípios e fortalece uma formação mais humana e integrada&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Texto: Keila Pereira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cards_Estudantes_em_atividade_1.png" alt="Estudantes em atividade" width="652" height="391" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho desenvolvido nos serviços públicos exige, cada vez mais, profissionais preparados para atuar de forma integrada, colaborativa e sensível às necessidades da população. Nesse contexto, a educação interprofissional tem ocupado espaço importante na formação acadêmica ao estimular a convivência e a aprendizagem compartilhada entre diferentes áreas do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS/UFG), estudantes dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia vivenciam essa experiência por meio do Estágio Comunitário Interprofissional realizado nos municípios de Firminópolis e São Luís de Montes Belos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes permanecem, em média, quatro semanas no Centro, organizados em ciclos de estágio. Durante esse período, acompanham a rotina dos serviços públicos, participam de atendimentos, atividades coletivas, ações educativas, visitas domiciliares e discussões de casos desenvolvidas em conjunto com profissionais das unidades e com a comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada ciclo é marcado por momentos de integração e troca entre os estudantes. No início das atividades, é realizada uma reunião de acolhimento e alinhamento das propostas do estágio. Ao final do período, outro encontro promove reflexões sobre as experiências vividas, os aprendizados construídos e os desafios encontrados ao longo da atuação nos municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A convivência entre estudantes de diferentes cursos contribui para fortalecer o trabalho colaborativo e ampliar a compreensão sobre o papel de cada profissão dentro das equipes multiprofissionais. Além da troca de conhecimentos técnicos, a experiência também estimula habilidades relacionadas à comunicação, escuta, empatia, responsabilidade e construção coletiva do cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para muitos acadêmicos, a experiência em Firminópolis representa também um contato mais próximo com realidades diferentes daquelas vividas nos grandes centros urbanos. A atuação nos municípios permite compreender de forma mais ampla os desafios enfrentados pelos serviços públicos e pela população atendida, fortalecendo uma formação mais humanizada e conectada às necessidades do território.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a gestão do Centro, a experiência costuma impactar diretamente a trajetória pessoal e profissional dos estudantes. Muitos chegam ao estágio com determinadas perspectivas sobre a profissão e encerram o ciclo com uma visão mais humana, responsável e comprometida com o cuidado coletivo. Há relatos de estudantes que, mesmo nos finais de semana, retornavam ao município para visitar pacientes e acompanhar situações que conheceram durante as atividades do estágio, fortalecendo vínculos construídos ao longo da experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do aprendizado técnico e acadêmico, o estágio também contribui para o fortalecimento das relações interpessoais entre os próprios estudantes, que passam a compartilhar responsabilidades, desafios e experiências fora do ambiente universitário tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A trajetória do Centro também acompanha a história da interiorização da Universidade Federal de Goiás. Na década de 1970, iniciativas semelhantes foram implantadas nos municípios de Porto Nacional (TO), Picos (PI) e Firminópolis (GO). Atualmente, o trabalho desenvolvido em Firminópolis permanece como referência dessa proposta de integração entre universidade, serviços públicos e comunidade, consolidando mais de cinco décadas de atuação voltadas à formação acadêmica e à aproximação com as realidades do interior.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 26 May 2026 16:52:36 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201287-educacao-interprofissional-e-trabalho-colaborativo-experiencias-que-transformam-a-formacao-academica</link>
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      <title>Cozinheiras do CeFIS realizam visita técnica à cozinha do CEPAE</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card Cozinha CEPAE" title="Card Cozinha CEPAE" src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Cozinha_CEPAE.png?1779741493" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Equipes compartilharam experiências e conheceram práticas de organização, funcionamento e gestão de cozinha institucional&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="91" data-end="610"&gt;&lt;em&gt;Texto: Eduardo Almeida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="91" data-end="610"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Card_Cozinha_CEPAE.png" alt="Card Cozinha CEPAE" width="705" height="423" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="91" data-end="610"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cozinha_CEPAE_%281%29.jpeg" alt="Cozinha CEPAE (1)" width="641" height="855" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="91" data-end="610"&gt;As cozinheiras do Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS/UFG), do Campus Firminópolis, participaram na última sexta-feira (22) de uma visita técnica à cozinha do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE/UFG), em Goiânia. A atividade foi promovida pelo Serviço de Nutrição da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (PRAE/UFG) e teve como objetivo apresentar a estrutura, os procedimentos e a dinâmica de funcionamento de uma cozinha institucional padronizada na Universidade Federal de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="612" data-end="857"&gt;Recebidas pela nutricionista Roberta Augusta, as participantes conheceram os equipamentos, os ambientes e os procedimentos operacionais adotados na cozinha do CEPAE, além de acompanharem a organização do serviço e a rotina de trabalho da equipe. Segundo a diretora do CeFIS, a professora &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Bárbara Rocha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, a visita integra um conjunto de ações voltadas à estruturação da cozinha do Campus Firminópolis. “A visita tinha como objetivo conhecer a estrutura de uma cozinha padronizada, organizada e estruturada. Um dos nossos objetivos e metas é estruturar a nossa cozinha para que ela funcione de maneira mais adequada aos padrões da Universidade”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1358" data-end="1728"&gt;De acordo com a diretora, a iniciativa também fortalece a integração entre as unidades da UFG e amplia a inserção da cozinha do CeFIS nos serviços institucionais. “Esse tipo de integração fortalece institucionalmente o nosso Campus, porque permite o funcionamento alinhado com as expectativas e os parâmetros da universidade como um todo”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1358" data-end="1728"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cozinha_CEPAE_%283%29.jpeg" alt="Cozinha CEPAE (3)" width="466" height="622" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2103" data-end="2298"&gt;A cozinheira do CeFIS, &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Joana Darc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, servidora da universidade há 18 anos, avaliou a experiência de forma positiva e destacou os aprendizados adquiridos durante a visita. “Nossa visita no CEPAE foi bastante proveitosa. Junto com a nutricionista, aprendemos coisas que ainda não estavam sendo realizadas aqui no Campus. Agora, com esse aprendizado, vamos começar as mudanças e espero que logo tudo esteja organizado da mesma forma”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2801" data-end="3071" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Além do conhecimento técnico, a atividade também promoveu a troca de experiências entre as equipes das duas cozinhas institucionais. As participantes puderam discutir demandas em comum, compartilhar práticas do cotidiano e fortalecer a parceria entre as unidades da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2801" data-end="3071" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/Cozinha_CEPAE_%282%29.jpeg" alt="Cozinha CEPAE (2)" width="457" height="609" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:41:13 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201262-cozinheiras-do-cefis-realizam-visita-tecnica-a-cozinha-do-cepae</link>
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      <title>Entre universidade e comunidade: a importância da Atenção Primária na formação em saúde</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Foto de atendimento." title="Foto de atendimento." src="http://firminopolis.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/WhatsApp_Image_2026-05-22_at_14.49.19.jpeg?1779472691" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Experiência desenvolvida pelo CeFIS/UFG aproxima estudantes da realidade do SUS e fortalece a formação humanizada em saúde.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;em&gt;Texto: Keila Aparecida Pereira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;em&gt;Fotos: Atividades no território&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="90" data-end="630"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1264/o/WhatsApp_Image_2026-05-22_at_14.49.19.jpeg" alt="Foto de atendimento." width="540" height="324" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e desempenha papel fundamental na promoção, prevenção e cuidado integral da população. Mais do que os atendimentos clínicos, a APS busca compreender os diferentes fatores sociais, econômicos e culturais que influenciam diretamente as condições de saúde das comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, o Ministério da Saúde tem reforçado a importância de aproximar a formação acadêmica da realidade vivenciada nos serviços públicos de saúde, especialmente nos territórios atendidos pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nesse contexto, a integração entre ensino, serviço e comunidade torna-se essencial para a formação de profissionais mais preparados para atuar de forma humanizada, colaborativa e alinhada às necessidades da população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Centro de Formação Interprofissional em Saúde (CeFIS/UFG), essa aproximação acontece por meio do Estágio Comunitário Interprofissional, realizado nos municípios de Firminópolis e São Luís de Montes Belos. Durante o estágio, estudantes dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia desenvolvem atividades diretamente nos serviços de saúde e em outros espaços vinculados à Atenção Primária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vivência nos territórios permite que os acadêmicos compreendam, na prática, aspectos que vão além do ambiente universitário. O contato com a comunidade, com as equipes de saúde e com a realidade social dos municípios contribui para o desenvolvimento de uma visão mais ampla sobre o cuidado em saúde e sobre os desafios enfrentados pelo SUS no cotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das atividades realizadas nas Unidades Básicas de Saúde, os estudantes também participam de ações educativas, atividades em escolas e projetos voltados à promoção da saúde. Essas experiências fortalecem o entendimento sobre a importância do trabalho em equipe e da construção de práticas colaborativas entre diferentes áreas da saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, a Atenção Primária possui papel estratégico na organização da rede de cuidado e no fortalecimento das ações de promoção e prevenção em saúde. Nesse sentido, experiências práticas desenvolvidas ainda durante a graduação contribuem para aproximar os futuros profissionais das necessidades reais da população e da dinâmica dos serviços públicos de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No CeFIS, a integração entre universidade, serviços e comunidade fortalece não apenas o processo de aprendizagem dos estudantes, mas também a construção de uma formação comprometida com os princípios do SUS, com a humanização do cuidado e com o desenvolvimento regional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 22 May 2026 15:08:42 -0300</pubDate>
      <link>https://firminopolis.ufg.br/n/201198-entre-universidade-e-comunidade-a-importancia-da-atencao-primaria-na-formacao-em-saude</link>
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